11 de setembro de 2009


"Eu durmo e acordo em meio a frases, versos e sonhos. Idealizo a vida e enfeito os dias, intensificando amores, despertando emoções e reencontrando angústias escondidas em um lugar bem profundo do coração. Eu não catuco feridas por masoquismo, mas toco nelas vez o outra da mesma forma que derrubo o leite em pó na mesa no caminho que vai da lata ao copo de café.

Quando eu bato na ferida, destrambelhada que sou, acelero o coração e ativo o impulso que me faz jogar tudo o que consigo colocar pra fora em você, talvez na esperança de ver a lei da ação e reação funcionando. Sempre foi difícil ganhar sem jogar, mas como eu já perdi a hora do game over há tempos, já nem me importo mais. Por isso eu sou tão eu. Te canto e te conto todos os versos escritos em seu nome e repito todas as musicas que me levam a você. Não sei se é amor, amizade ou arco-íris, sei que as suas cores me invadem em sonhos, fotos e pensamentos, provocando esta saudade do que nunca fui dona, mas sempre foi tão meu.!"

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