25 de abril de 2011


 preciso tanto movimento, tantas mudanças internas e externas, para descobrir que a paz está bem tranqüila dentro do nosso coração."

23 de abril de 2011

Exatamente assim...

Quando a gravidade diminui, posso ver o tempo parando, até parar.
Consigo Respirar.
Quando desacelera, posso ver você, por trás do vidro embaçado, pela poeira do tempo, do ar.
Do longo tempo que ficamos distantes.
A barreira que nos separa é de vidro, translúcido, fino, porém denso, e eu queria quebrá-lo, mas não posso você não me ajuda.
 Te vejo através dele e você está longe, eu não posso tocá-lo e é melhor assim.
E para não te ver longe acelero, para não ver nada.
E me perco! Me distraio! Me contraio! E caio! Desmaio!
 E o mundo cai diante de meus olhos, e saio a procura de mim mesmo.
E nessa busca incessante de mim, encontro você, bem aqui dentro, escondido, em silêncio, me olhando e lembro quem sou.
Desacelero!
Você é meu espelho, reflexo, o qual não posso atravessar.
Quando olho para você e me vejo, desejo fugir, fugir de você e de mim.
Acelero!
Desequilibro!
E quando olho novamente para você através do vidro, não vejo mais nada, nem você nem a mim .


Michelly Almeida

12 de abril de 2011

"Coragem, às vezes, é desapego. É parar de se esticar, em vão, para trazer a linha de volta. É permitir que voe sem que nos leve junto. É aceitar que a esperança há muito se desprendeu do sonho. É aceitar doer inteiro até florir de novo. É abençoar o amor, aquele lá, que a gente não alcança mais."

10 de abril de 2011



"Eu tenho achado, devagarinho, cá dentro de mim, em silêncio, escondido, que nem gosto mais muito de viver, sabia?"